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sábado, 04 de julho de 2026
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Postado emVida e Saúde

Tabagismo atinge 76% mais LGBTI+

Tabagismo atinge 76% mais LGBTI+
Tabagismo atinge 76% mais LGBTI+

A incidência de tabagismo entre pessoas homossexuais e bissexuais é 76% maior do que entre os heterossexuais, aponta um levantamento do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

De acordo com a pesquisadora Aline Mesquita, do Inca, o Brasil já tem uma boa política de controle do tabaco, mas é preciso que ela seja cruzada com a política de promoção da saúde da população LGBTI+.

A Secretária-Executiva do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBTI+ do Rio de Janeiro, Denise Taynah, defende que serviços de saúde que atendem essa população devem ser envolvidos nas políticas antitabagismo.

A Pesquisa Nacional de Saúde mostrou que 22,4% das pessoas LGBTI+ consumiam produtos de tabaco, contra 12,7% do grupo heterossexual.

Para reduzir o tabagismo, é fundamental que os serviços de saúde ofereçam atenção qualificada e acolhedora para a população LGBTI+, além de promover ações de prevenção e controle do tabagismo.

O Sistema Único de Saúde (SUS) possui uma ferramenta que pode ser usada para produzir dados sobre a população brasileira, o SUS APS, que agora inclui campos para declaração de orientação sexual e identidade de gênero.

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